
Marcus Tullius é pesquisador e comunicador, com atuação voltada à interface entre comunicação, Igreja e cultura digital. Mestre em Comunicação Social, licenciado em Filosofia e bacharel em Comunicação Social com habilitação em Publicidade e Propaganda. Dedica-se à análise das transformações contemporâneas da experiência humana em contextos mediados por tecnologias, com especial atenção aos impactos na fé, na linguagem e nas práticas pastorais.
Atualmente, coordena a comunicação da Cáritas América Latina e Caribe e é apresentador do programa Igreja Sinodal, espaço dedicado à reflexão sobre os caminhos da Igreja no horizonte da sinodalidade. Foi coordenador-geral da Pastoral da Comunicação do Brasil (Pascom) entre 2018 e 2024 e é membro do Grupo de Reflexão sobre Comunicação da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB), no período de 2020 a 2026.
Integra grupos de pesquisa como “Comunicação, Teologia e Religião” (PUC Minas/CNPq), “Comunicação e Religiões” da Intercom e o Grupo de Estudos Comunicação Católica do Centro Loyola.
Em 2025, foi vencedor da categoria Papa Francisco dos Prêmios de Comunicação da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB), por sua dissertação de mestrado “Igreja em rede: análise compartaiva das proposições dos papas Bento XVI e Francisco para a comunicação”. Criado pela Presidência da CNBB em 2019, o Prêmio Papa Francisco nasceu para valorizar o trabalho científico no campo da comunicação e quem dedica sua pesquisa ao diálogo entre comunicação, religião e dignidade humana. A categoria reconhece e incentiva pesquisadoras e pesquisadores que, com seus estudos, iluminam a prática comunicacional e fortalecem a ação pastoral da Igreja no Brasil.
Livros de sua autoria
Sua pesquisa e produção intelectual transitam por temas como midiatização, sociedade em rede, ética da comunicação, inteligência artificial e práticas pastorais no ambiente digital. Sua produção dialoga com os desafios da comunicação na Igreja e na sociedade contemporânea.




No blog Pensando em Voz Alta, compartilha reflexões sobre o tempo presente — entre a análise e a inquietação, entre a fé e o mundo.